segunda-feira, 11 de julho de 2011

Otto & Heitor


Novas e super em alta. As tirinhas estão fazendo o maior sucesso.


Estreia:


SÁB, JUL 9 2011


Harry Potter cresce e se despede com melhor filme da franquia
Está chegando o momento pelo qual milhões de fãs ao redor do mundo contam as horas: a estreia de “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2″, o filme que colocará um ponto...

SEX, JUL 8 2011

Bruno Mazzeo vira galã romântico atrapalhado em Cilada.com
Quem virá a ser Bruno Mazzeo no cinema brasileiro? A julgar por “Cilada.com”, sua estreia como protagonista na tela grande, sob direção de José Alvarenga Jr., o humorista será um atrapalhado...

QUI, JUL 7 2011

Corações Perdidos comprova que Kristen Stewart tem talento
Pouca gente conhece Jake Scott. Muita gente conhece Kristen Stewart. Juntos – ele, diretor e ela, atriz – comprovam que talento nem sempre é nato, mas que, independente do grau de exposição...


Depois de cinco temporadas no canal a cabo Multishow (de 2005 a 2009) e de ter virado quadro no Fantástico, o seriado “Cilada”, criado e protagonizado por Bruno Mazzeo, chega aos cinemas brasileiros...


QUA, JUL 6 2011

Corações Perdidos traz Kristen Stewart como prostituta
A morte deve ser o maior tabu da sociedade ocidental – talvez maior até que o sexo. Entender e aceitar a limitação da vida é algo quase fora de cogitação, sendo preferível ignorá-la. Mas quando...

A verdadeira magia de Harry Potter: os fãs


Sob o nome “Harry Potter”, encontram-se registradas nas enciclopédias virtuais pelo menos quatro páginas distintas. A primeira, sobre a série de livros escritos pela escocesa J.K. Rowling e publicados pela editora Bloomsbury entre 1997 e 2007. A segunda, sobre o personagem título da obra, um aprendiz de feiticeiro que, nas palavras de Rowling, tornou-se uma das figuras mais emblemáticas da literatura de fantasia no virar do milênio. A terceira, sobre os filmes da Warner Bros. de altíssima rentabilidade que a saga inspirou. E a quarta, sobre a marca que Harry Potter se tornou, patenteada de maneira a render bilhões de libras esterlinas a Rowling, à Bloomsbury, à Warner e a todos os demais que conquistaram direito a uma fatia do bolo.

As questões mercantis relacionadas à franquia, aliás, são os pontos mais convergentes de “Harry Potter” com a legião de fãs que o transformou em sucesso. Nem sempre se pode atribuir um sucesso estrondoso aos fãs que prestigiaram o objeto, mas, nesse caso, a afirmação é apropriada.
O sucesso inicial no Reino Unido, que alavancou as vendagens de “Harry Potter” nos EUA e, posteriormente, no restante do planeta, deve-se, e muito, às crianças, que o descobriram durante as férias de inverno (“Harry Potter e a Pedra Filosofal” foi lançado oportunamente à época do Natal) e o debateram com os coleguinhas na volta às aulas.

O boca a boca foi, segundo os estudiosos de marketing, a ferramenta responsável por esse fenômeno extraordinário. E o resto é História: a coleção de livros foi alçada ao topo da lista dos mais vendidos, o alcance do enredo se provou adequado para uma faixa ainda mais ampla de leitores, filas passaram a se formar nas portas das livrarias para obter uma cópia do último lançamento, e Hollywood arregalou os olhos diante de oportunidade tão rentável.
A Warner Bros., estúdio que acabou por vencer a disputa na indústria pelos direitos da franquia, tratou de nutrir o projeto desde cedo. Permitiu, por exemplo, o envolvimento de Rowling no processo criativo da adaptação – mesmo que o contrato não lhe obrigasse a fazê-lo -, e a escritora tratou de assegurar que seu “bebê” não fosse mutilado nem corrompido.

Assim, os filmes de “Harry Potter” satisfizeram os fãs que a série já conquistara, fidelizaram outros que ainda não a conheciam e originaram, além dos milhões nas bilheterias e nas vendas de DVD, uma infinidade de produtos lucrativos. Os admiradores “roxos” da franquia não tinham mais apenas os livros em casa – tinham álbuns de figurinha, bonecos de ação, varinhas de condão e até uniformes como os da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, onde a trama se situa.
Discutia-se, aí, até que ponto “Harry Potter” poderia ir como marca antes de diluir por completo a essência dos personagens – em certa entrevista, Rowling afirmou que abominava a possibilidade de ver Harry estampado em uma embalagem de congelados, mas pode apostar que essa ideia certamente foi cogitada por alguém, em algum momento.

Paralelamente, os leitores e espectadores iam se amontoando em comunidades virtuais destinadas à discussão da franquia. Impossibilitados de ir à Hogwarts na vida real, criavam realidades alternativas na internet, onde eram selecionados para as Casas e assistiam às aulas de feitiços como acontece nos livros e nos filmes.
À sua maneira, “Harry Potter” apresentou milhões de crianças, lá por seus 11 a 14 anos, à internet, e muitas delas criaram também conexões pessoais, com encontros rotineiros e agradáveis – isso sem mencionar as convenções que se dão esporadicamente em várias cidades do mundo, entre as quais as brasileiras.

Os domínios destinados a prospectar conteúdo sobre a saga cresceram a números espantosos, e alguns chegaram a render lucro aos seus idealizadores. Até que começaram os problemas. Os direitos, afinal, cabiam ao estúdio, e muito do que era debatido sem restrição nos fóruns online iam de encontro com a proteção que todos os criadores detém sobre a sua criação. Mas como tomar medidas legais? Seria o mesmo que enfrentar na corte uma garotada que mal saiu da puberdade e que, na melhor das intenções, só estava tentando compartilhar a sua devoção.
Houve uma tentativa um tanto acalorada da Warner em exigir o fechamento de sites criados por fãs. Eles, é claro, se revoltaram. Teve início um boicote da marca “Harry Potter”, que ficou conhecida no internetês como PotterWar. Os mesmos que, até o dia anterior, consumiam todo e qualquer novo produto da saga viraram as costas contra a sua, digamos, mercantilização.

Nada que arranhasse a superfície da potência que “Harry Potter” havia se tornado, mas o suficiente para deixar o estúdio em maus lençois com os fãs. “Não somos uma grande corporação desalmada”, pronunciou-se brevemente um executivo. A Warner, contudo, foi levada à suspender as ameaças, e a criançada, que temia que advogados do estúdio fossem bater em suas portas clamando por um dinheiro que suas famílias não tinham, respirou mais aliviada e prosseguiu com o culto.
Sem querer, porém, os autonomeados “pottermaníacos” contestaram o sistema vigente e conquistaram algo sem precedentes: a PotterWar foi o primeiro movimento bem sucedido de fãs contra os detentores de direitos autorais, e é sob esse advento que se faz cinema até hoje, com os espectadores na posição de força de trabalho. Hoje, os fãs são responsáveis pelo que no jargão do marketing se chama de “divulgação espontânea”, e chegam a ser estimulados a divulgarem marcas registradas. Com isso, surgem eventos de cosplay, tatuagens e até bandas inspiradas na franquia. Não deixa de ser uma posição de poder, ativa, ainda que numa perspectiva de consumo.

O fato é que o pior pesadelo de Rowling não se realizou. Harry escapou de virar garoto-propaganda de lasanha de microondas e não se tornou o vilão que ataca os próprios seguidores, como Lord Voldemort.

Kleber nega pedido de aumento e diz que quer ficar no Palmeiras


pesar de ter se pronunciado oficialmente sobre a polêmica envolvendo sua situação no Palmeiras e disparado contra a diretoria do clube, Kleber afirmou que, mesmo sem aumento salarial, deseja permanecer no clube. Segundo ele, a diretoria alviverde tem forçado a recuperação de sua lesão na coxa esquerda para que complete logo sete partidas no Campeonato Brasileiro.
O regulamento do campeonato nacional prevê que se um jogador atuar sete vezes por um clube, ele não pode se transferir mais para outros times da mesma divisão. Kleber já completou seis jogos pela equipe alviverde e, se atuar mais uma vez neste Brasileiro, não poderá ser negociado com nenhuma outra equipe da Série A. Ainda assim, o atacante Kleber afirma não precisar de aumento para voltar a jogar com a mesma vontade de antes pelo Palmeiras.
"Resolvendo os problemas ou não, não tem nada a ver uma coisa com outra. Eu vou jogar, se eu estiver recuperado vou jogar com a mesma determinação de sempre. Eu vou jogar, a hora que estiver recuperado, se domingo estiver recuperado eu vou entrar em campo e vou jogar", disse o aleta, que está com dores na coxa e ressalta o fato de ter jogado lesionado em diversas partidas.
"Joguei bastante jogos com dor, dentro do clube mesmo nos brincamos com este tipo de situação. Em momento algum pedi aumento para o Palmeiras", explicou o atacante, em entrevista à TV Bandeirantes.
Kleber treinou sem problemas nos últimos dias, inclusive no sábado, e foi liberado para jogar o clássico contra o Santos. Porém, após reunião com a diretoria, depois da manhã, ele decidiu que não jogaria e não seguiu para o hotel com o restante do grupo.
Em seguida, realizou um exame por conta própria no Hospital Albert Einstein, onde foi detectado uma lesão de grau 2 na coxa esquerda. O departamento médico, por sua vez, afirma que o jogador está bem fisicamente. Em sua defesa, o camisa 30 lembrou a situação vivida por Valdivia, que também tem sofrido com o excesso de lesões e foi alvo de duras críticas da torcida.
"Hoje (segunda-feira) mesmo fui ao CT para tratar, mas não tinha ninguém lá e voltei. Ouvi umas declarações que vão me punir, negociação, não sei de nada. Muita gente fala de mim, nunca na minha vida fui mau caráter. O que eu falo é o que acontece, os médicos dos Palmeiras são excelentes, mas vivem pressionados", declarou Kleber.
"O Valdivia passou pela mesma situação que eu, e tentaram nos colocar contra a torcida do Palmeiras. O clima com todas as pessoas é ótima, no CT é excelente, então a diretoria não faço nenhuma questão de ter bom relacionamento, eles fazem a parte dele e eu faço a minha dentro de campo", completou.
O vice-presidente de futebol do clube, Roberto Frizzo - alvo principal das críticas do atacante - defendeu-se dizendo que o próprio Kleber pediu para ser negociado com o Flamengo, e argumentou que recebeu um pedido direto da presidente do Flamengo, Patrícia Amorim. O desejo do clube não é negociá-lo, e o dirigente tenta chegar a um acordo com o empresário do jogador, Giuseppe Dioguardi.

Atores vão à pré-estreia do último filme da saga 'Harry Potter'


O elenco de "Harry Potter" cruzou o tapete vermelho instalado na paça Trafalgar Square, em Londres, nesta quinta-feira 7, para a première do último filme da saga. Atores de todos os filmes compareceram ao evento que contou também com a presença da autora da saga, J.K Rowling.

O trio de protagonistas subiu ao palco montado no local para falar aos fãs presentes: "A história não acaba aqui. Nós e os fãs sempre levaremos a saga em nossos corações", disse Daniel Radcliffe. Muito emocionada, Emma Watson elogiou os colegas de elenco e agradeceu a oportunidade de interpretar a bruxinha Hermione: "Daniel, não foi sorte. Você é e sempre será o perfeito Harry Potter. Rupert, muito obrigada por me fazer rir sempre".

Chorando, J.K Rowling brincou com os fãs: "Talvez eu escreva mais um livro. Nunca estive tão perto de fazê-lo como agora. É uma piada, claro. Só quero dizer que nenhuma história vive se alguém não quiser ouvir. Muito obrigada."

Marido de Cleo Pires briga com Diogo Boni pelo twitter


João Vicente Castro, marido de Cleo Pires, e Diogo Boni, irmão de Boninho e todo-poderoso da Globo.com.

João Vicente quis fazer graça dizendo que o dia seguinte, esta segunda-feira, seria como todos os dias, "com uma nota de Fernana Pontes (mulher de Diogo) no site 'Ego'!.
Diogo ficou irritadíssimo com a tal brincadeira e disparou: "Que grosseria gratuita, hein rapaz? A Fernanda te fez algum mal? Algo errado com ela? Você a conhece por acaso?"
Minutos depois, pelo visto arrependido, João Vicente apagou o tweet. Mas, sinceramente, ele está coberto de razão. Fernanda Pontes aparece todo dia no "Ego".

Ricky Martin apresenta seu namorado


O cantor Ricky Martin finalmente apareceu em público com o seu namorado, Carlos González Abella. E se antes o cantor relutava em apresentar o seu amado, agora Ricky não faz mais nenhuma questão de esconder o rapaz!
O casal participou no sábado (19) do evento promovido pela Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação (GLAAD, na sigla em inglês). Vencedor de uma das categorias, Ricky Martin agradeceu em discurso o seu namorado, que o aplaudiu orgulhoso na plateia (veja abaixo o vídeo dos dois juntos na premiação).
“Definitivamente tenho que agradecer aos meus pais, por me apoiarem tanto, ao meu pai e minha mãe, por seu amor incondicional, aos meus amigos, minha família, meus fãs e meu companheiro e namorado, Carlos. Isso é o máximo”, disse Ricky.